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sábado, 14 de novembro de 2020

Tutorial: inserção de renda

 Inserção de renda - ou lacing insertions em inglês - é uma técnica de costura muito presente em peças pelo menos desde o século XVI, e que até hoje vem sendo usado. É uma decoração em renda comumente feita num tecido de algodão, que deixa o tecido vazado embaixo, trazendo refinamento e transparência a uma peça.

chemise elizabetana

   Na Era Elizabetana e Renascimento, esse detalhe aparece principalmente em chemises, nas roupas de baixo de classes mais abastadas. 

roupas de baixo vitorianas

   É no fim do século XIX que as inserções se tornam cada vez mais comum, com desenhos cada vez mais intrincados. Aqui, elas estão decorando peças de baixo como combinações, corset covers, e anáguas.

roupas eduardianas

Já no início do século XX ela passa a aparecer também nas roupas externas, como em camisas e tecidos de verão. 

O tutorial que fiz é em vídeo e você pode conferir abaixo:

   

Para mais vídeos, se inscreva no meu canal do youtube

sábado, 7 de novembro de 2015

Tutorial: anágua de cordão


     A anágua de cordão (corded petticoat) foi usada principalmente entre 1820 e 1850, antes da criação das crinolinas, para dar suporte às saias e vestidos vitorianos. Era usada junto de outras anáguas (como a recheada com crina de cavalo - quilted petticoat, com babados, etc) e o bumpad. Haviam diferentes formas de arranjar os cordões, assim como a espessura dos mesmos variavam. O comprimento em geral era no meio da canela.
   Exemplos de modelos históricos:
 

c.1828 Corset, Sleeve supports & corded petticoat

Apesar de ser uma peça que precisa de um pouco de paciência pra ser feita, é bem fácil e dá até pra ser feita à mão (como era na época).

Materiais:
  •  2,5m de tricoline ou algum outro tecido de algodão. Para que ficasse mais armado, eu usei um algodão já engomando onde vão os cordões e um comum na parte sem eles, para que ficasse mais confortável na hora de sentar.
  •  Cordão de algodão ou sisal. Quanto mais grosso o cordão, mais armado fica. Eu usei um rolo de aproximadamente 25m de um cordão de 10mm pra parte de baixo e  pra parte de cima uns 10m com um cordão de 8m
  •   1,10m de fita de cetim, gorgorão e afins.
  •  36cm de viés branco.
  • Sapatilha de máquina para zíper invisível
  • Linhas, giz ou lápis pra marcar o tecido, alfinetes etc.
As medidas e quantidades podem variar de acordo com o tamanho da pessoa.

Molde:

     O molde da anágua de cordão é bem simples - um retângulo - o que varia é o comprimento, largura, e distância entre os cordões. Quanto mais próximos os cordões, mais armado fica, e quanto maior a largura idem. Todas as medidas desse post são aproximadas, baseadas em alguém de 1,73 cm de altura e manequim 42. Caso você seja mais baixa algumas medidas precisam ser alteradas. 

     O molde abaixo é o que funcionou pra mim, e eu marquei essas linhas diretamente no tecido, após alguns cálculos e esboços.



     Os espaços em verde indicam onde o cordão deverá ser costurado, nesse caso, marque duas linhas com 3cm de distância entre elas, a cada 6cm.

     Abaixo uma tabela com medidas e materiais de anáguas de cordões da época:



Tabela por Historical Sewing.

Passo a passo:

1-  Primeiro trace as linhas do molde no tecido, para saber onde posicionar o cordão e onde costurar.
2-  Depois de trocar a sapatilha,posicione o cordão para costurá-lo entre o tecido. Repare como o lado da agulha precisa ficar rente ao cordão. Como eu não tenho certeza se a foto ficou clara, deixo abaixo um desenho ilustrando:




3-Agora é só costurar, prestando atenção pra manter o cordão dentro das linhas delimitadas, a costura deverá passar nessas linhas também.

4 - Chegando ao final da carreira recomendo que corte o cordão com uns 3 ou 4cm sobrando para fora do tecido, porque ele tende a desfiar.



5 - Terminada a costura dos cordões, agora é hora de juntar a parte com os cordões com a outra que vai na região do quadril, através de uma costura simples (se você esta usando somente um tipo de tecido, pule este passo).  A partir desse momento você já pode tirar a sapatilha de zíper  e colocar a comum.

6 - Faça a barra da parte com os cordões. Como eu deixei auréola do tecido embaixo, eu só dobrei uma vez e passei a costura.




7 -  Aplique o viés nos primeiros 15cm da parte superior da saia, pra dar acabamento. Não tenho foto do processo então vai mais um desenho:



8 - Costure as laterais deixando a parte com viés sem costurar, para que assim fique um abertura pra facilitar na hora de vestir. Para facilitar na costura, recomendo que deixe os cordões desalinhados como na foto:

 


9 -  Para fazer o cós é preciso dobrar a ponta do tecido como na imagem abaixo, e depois. Depois, usando um alfinete de segurança, passe a fita por dentro dessa canaleta que foi formada.





10 – E está pronta a sua anágua de cordão! Como o franzido da saia fica móvel na saia, você pode direcionar o volume de acordo com o efeito que pretende reproduzir.

   


domingo, 19 de abril de 2015

Desafio de costura histórica: Jarreteiras

The Toilette, François Boucher. Detalhe

      Decidi fazer um par de jarreteiras pra mim porque o tema de março do desafio de costura histórica era stashbusting (algo como 'eliminando o estoque'), e os tecidos e aviamentos que eu já tinha em casa não permitiam que eu fizesse algo muito mais elaborado. Como a peça é bem simples, resolvi trazer aqui pro blog em forma de tutorial, com algumas curiosidades sobre as jarreteiras.


História: 

A Ordem da Jarreteira foi criada na Inglaterra durante a era medieval, e seu lema pode ser visto no modelo acima. MFA

       Jarreteiras é uma peça equivalente às cinta-ligas modernas e em inglês são chamadas de garters. Eram tiras de tecido amarradas nas pernas afim de evitar que a meia escorregasse. Elas são usadas por homens desde a era medieval, mas aqui irei focar nas que eram usadas pelas mulheres do século XVIII. Nesse período, a perna passa a ser visto com uma parte do corpo feminino com bastante apelo sexual. Sendo assim, não é difícil encontrar pinturas e ilustrações desse período que retratem mulheres mostrando as meias e jarreteiras. Consequentemente, a jarreteira é uma peça que começa a ficar mais enfeitada.

Modelos e construção: 


Jarreteira francesa, MFA

       Os modelos das jarreteiras variavam bastante, algumas eram só uma fita de cetim (de seda), mas a maioria possuía uma tira de tecido na parte da frente que era bordado com lemas, motivos florais ou geométricos. O bordado algumas vezes era feito com fitas ou fio de prata. As jarreteiras possuíam entre 2,5cm a 5cm de largura. 


O lema diz "Pare aqui, você não pode ir mais longe"

     A partir de 1780, algumas passaram a ter uma espécie de mola na parte de trás, para garantir elasticidade, e ao invés de ser fechada com o laço possuía um fecho em metal. Essas molas continuaram a ser usadas até 1840.


Tutorial: 

      Fazer uma jarreteira pode ser muito simples! É possível costurar à mão inclusive.

    Existem duas opções para replicar uma jarreteira: Bordar algum motivo ou encontrar uma fita bordada. Eu optei pela segunda. Para tanto, é necessário que você observe bem os modelos originais do século XVIII (museus como V&A, Metropolitan e Fine Arts são ótimos sites pra começar a procurar, além disso nessas páginas é possível conferir as medidas e os materiais que foram usados na confecção delas). Os links que eu coloquei nas legendas das imagens e nas referências do post podem ser um ponto de partida para pesquisar modelos. 

Ainda encontram-se fitas bem semelhante a essa em armarinhos. MFA

Exemplo de motivo geométrico. METMuseum

      A fita que eu escolhi foi uma que estava aqui em casa há pelo menos 10 anos. Escolhi essa por ter um floral mais delicado e com ramos (que era comum no século XVIII), além do fato de ela lembrar um bordado feito à mão. A fita que eu usei para amarrar  na perna foi a de tafetá (de poliéster).

      Materiais: 
- Fita  de cetim bordada ou gorgurão 
- Fita de cetim ou tafetá


     Para costurar as fitas, eu optei pela costura francesa, para garantir um melhor acabamento. 







    1- Costure as fitas com o lado externo para cima e depois corte o excesso, deixando uma margem de 0,5cm. 
    2- Depois disso dobre do lado do avesso e costure para cobrir a margem de costura e depois costure novamente na extremidade.

    Caso a explicação e as fotos acima não sejam suficientes, essa ilustração também explica como fazer a costura francesa:


    3- Depois corte um 'triângulo' nas extremidades da fita que irão ser usadas para dar o laço. O corte assim na diagonal (viés) ajuda a evitar que a fita desfie.

Resultado: 



Eu gostei do resultado, considerando que é algo que fiz em menos de 10 minutos, rs. Mas ainda pretendo fazer uma jarreteira bordada, me apaixonei pela ideia de ter uma com algum lema!

Número do desafio: #3 Stashbusting
Tecido: nenhum, usei apenas fitas
Molde: nenhum
Ano da peça: 1700s
Materiais utilizados: Fita bordada, fita de tafetá
Quão historicamente correto é?: 30%*
Total de horas para finalização: menos de 10 minutos
Quando utilizou pela primeira vez: Ainda não usado.
Custo total: zero custo

*Como eu cálculo a acuidade histórica: 25% aparência, 25% materiais, 25% técnicas, 25% modelagem.

Referências: 

terça-feira, 9 de dezembro de 2014

Tutorial: Chemise rococó

Como prometido, o tutorial da chemise que mostrei nesse outro post. Primeiro eu indico que você leia todo o post antes de começar, porque assim alguns erros podem ser evitados.

Os modelos que me inspiraram

Materiais:

- Tricoline, percal ou linho
- Fita de cetim, gorgorão ou barbante
- Renda (de preferência de algodão) com passa-fita
- Elástico
- Viés de algodão fino

 Molde:

     O molde é razoavelmente fácil de se fazer, é só tomar cuidado com as contas. Eu me baseei em imagens de chemises de museus, algumas eu ilustrei nesse post. As medidas não incluem margem de costura, recomendo deixar 1cm de margem pra juntar as peças e 3cm na barra da chemise e manga.

    Os triângulos se chamam gore, nesga em português, e gussets são esses quadrados, e não sei a tradução correta.

Medidas necessárias:

   De largura: ombro; circunferência: braço, quadril; comprimento: ombro - um palmo acima do joelho (ou comprimento desejado), ombro - cotovelo, ombro - 3 dedos acima do mamilo.


   Na imagem tem o desenho do molde, as vezes uma imagem vale  mais que mil palavras, rs. Eu achei desnecessário criar moldes em papel, fiz apenas esse esquema  e depois desenhei e cortei direto no tecido.

Corte:



    No final, cada parte do molde deverá ser cortada duas vezes. Pra parte das costas eu fiz um decote menos profundo, mas achei desnecessário cortar dois moldes. No decote eu fiz um corte de aproximadamente 5cm, bem no centro. Eu pensei em duas formas de organizar os moldes no tecido, na horizontal e na vertical, dependendo da largura do tecido. É importante que você não deixe nenhum na diagonal ou coisa parecida, pra que a peça final não fique torta.  Uma dica é calcular o espaço que cada peça vai ocupar no tecido e fazer um plano de corte antes.


    Vocês podem notar pela foto do meu corte que as negas foram cortadas de forma errada, tive que arrumar depois.

Costura:



   A sequência em que eu costurei as peças foi a seguinte: mangas + corpo > gussets + manga/corpo> gores+ corpo > barra na manga, passando elástico > barra do corpo e gores > frente + costas, pela lateral do corpo e manga. A parte mais chatinha é na hora de fechar a peça, tem que tomar cuidado pro gusset ficar no lugar, mas também não é nenhum bicho de sete cabeças.

   Não tem uma sequência certa, essa foi a que eu achei mais fácil de costurar, baseado em experiências anteriores. Há também quem pesponte as costuras das negas e dos gussets.

Acabamentos:



   Além do elástico que eu passei por dentro da barra da manga pra franzir (que pode ser substituído por fita de cetim e barbante, nesse caso deixar um espaço aberto para puxar o cordão e amarrar), eu também passei uma costura zigue-zague em toda a costura por dentro, pra evitar que desfie. Para o decote, depois de costurar um viés em toda a borda deste, coloquei a renda pela parte de fora e passei a fita no espaço dela.

Resultado:


Dicas para algo historicamente correto:


Aqui vão algumas dicas para chegar o mais próximo possível de algo com 100% de acuidade história.

- Costure à mão. As máquinas de costura foram inventadas muito tempo depois.
- Use fibras naturais, como algodão, seda, linho, cordão de algodão. Para a chemise é preferível o linho.

Adaptação para outras épocas e modelos:



Esse molde já vem desde os vestidos pra era medieval, e como roupa de baixo, se assemelha bastante ao modelo Elizabetano, chamado muitas vezes de shift ou smock, a principal diferença são as mangas bem mais largas e geralmente compridas, com o franzido a alguns centímetros da barra, formando um babado. O mesmo para o período barroco. Na era vitoriana algumas chemises ainda tinham essa modelagem, mas as mangas eram mais justas e curta. Para medieval, as mangas são compridas e justas, e o comprimento fica pouco acima do tornozelo. E para o barroco, mangas beeeem largas.

Referências:

La marquise
Couture Maya
Before the automobile

Espero que tenham gostado! E que o tutorial não tenha sido confuso, rs. Também estou aberta a sugestões de outros tutoriais também ^^

segunda-feira, 6 de outubro de 2014

Desafio de Costura História #2 : Inovação - Stays

EDIT:
Esse post está em rascunhos desde fevereiro! A deadline desse desafio era dia 1 de fevereiro, mas por conta de mil reviravoltas tecnológicas, só tive condições pra editar as imagens semanas depois, pra depois ver que o caimento não ficou bom e ter que refazer algumas partes, e tirar novas fotos pra depois editá-las também. Então 100% pronto ele só ficou dia 06/10.



Número do desafio: #2
Tecido: Tricoline para a parte exterior e brim pro forro.
Molde: Eu desenhei o meu inspirada em moldes da época
Ano da peça: Apróx. 1800-1820
Materiais utilizados: cordão, linha para pesponto, tricoline, brim, barbatanas de plástico, viés de algodão, papel panamá.
Quão historicamente correto é?: 75% *
Total de horas para finalização: Aprox. 5h
Quando utilizou pela primeira vez: Ainda não usado
Custo total: Aprox. R$15~20

*Como eu cálculo a acuidade histórica: 25% aparência, 25% materiais, 25% técnicas, 25% modelagem. Seguirei esse cálculo pros próximos desafios também.

As inovações escolhidas foram duas, nesse caso. O fato de ser um short stays, e ter o fan lacing. 
Os stays começaram a ser mais curtos a partir do final do século XVIII, quando a silhueta começa a ficar mais leve e a cintura a subir, na moda chamada diretório. E o fan lacing, essa amarração cruzada na parte de trás, semelhante a um leque (fan é leque em inglês) e que é presa na frente, apesar de ser mais comum em espartilhos da era eduardiana, surgiu no começo do século XIX.




1820's corset from  Museum Galliera
Existem pouquíssimos exemplos de short stays, esse é um deles.

Considero inovador o fato de que pela primeira vez, desde o século XVI e os stays elizabetanos, o tronco da mulher começa a ser mais livre com esse espartilho que vai somente até a cintura, e é feito com bem menos barbatanas. Além do fato de o fan lacing permitir a mulher se arrumar sem precisar de ajuda.

Agora, o processo (em forma de pseudo tutorial) :



O meu molde eu tracei a partir de dois stays, datando entre 1800 e 1811 (edit: depois que terminei o meu stays praticamente tropecei num tutorial ensinando a fazer o molde! Deixo o link no final do post).



 Depois eu recortei ele em craft e posicionei no meu corpo mostra a foto dele no manequim, pra determinar o tamanho das nesgas. Após isso eu cortei o molde em oxford pra testar o caimento e depois fiz ajustes no craft pra só depois cortar no brim e tricoline. A silhueta que eu buscava eram seios levantados e separados, como o padrão estético da época.

Eu preciso parar pra dizer que dessa vez fui tirando fotos com a câmera e por isso não estão tão porcas, hahahaha

 As peças cortadas, 28 delas, no total.


Unindo as peças do forro e camada externa.



Detalhe interno do recorte das costas.

As nesgas eu uni pelo avesso com o resto do stays, mas pespontei pra dar acabamento.


Para as barbatanas, eu alfinetei as duas partes e marquei com lápis no forro as linhas para costurar e formar as canaletas aonde iriam as barbatanas.

Após costurar as barbatanas, fechei a parte superior e inferior com viés, deixando uma espécie de "bolso", pra encaixar o busk depois.

E nessa hora aprendi que desligar a luz da máquina deixava a foto bem melhor.

As alças costurei da mesma forma que o resto, unindo as duas partes com viés.

Ele antes de bordar os ilhós e já com o busk


Foto que postei no meu instagram enquanto estava bordando os ilhós.

Para economizar tempo, usei uma linha mais grossa, usada para fazer pesponto.


Para amarrar na frente, costurei os cordões num pequeno pedaço de tecido, onde também costurei o viés para dar o laço. O ideal seria a fita de algodão, mas a que eu tinha aqui era num tom bem destoante do resto do stays.

EDIT 6/10: 


Depois dele pronto, quando fui provar percebi que ele estava largo! Principalmente nas costas...e fiquei meio insegura me relação ao busto, parecia um tanto largo e sem a correta sustentação. O que fiz pra arrumar:

Cortei um pedaço das costas, deixando assim um bom espaço para que eu pudesse ajustar a peça no corpo e ainda assim pudesse deixar um espaço aberto na amarração. Pra vocês terem uma ideia do quanto eu tirei, antes de eu cortar um pedaço das costas, essas duas partes se encostavam.Por conta disso tive que refazer todos os ilhós (so sad =/). Para melhor ajuste no busto, passei uma fita na parte do viés pra poder franzir um pouco essa parte, como já vi em algumas peças de museus.


Resultado final:





Eu gostei bastante do resultado, e deu menos trabalho do que eu imaginava, na verdade. Pretendo usar junto com o resto do meu traje da regência baseado na Elizabeth Bennet

Vou ficar devendo fotos dele no meu corpo, a minha manequim é mais magra que eu então não dá pra saber exatamente como ele fica no corpo, mas ainda assim acho que deu pra ter uma ideia, rs.

Principais fontes consultadas:

Tutoriais e processos:
http://sidneyeileen.com/sewing-2/sewing/corset-detailing/regency-fan-lacing/#.UvJMw_ldXTB
http://thebohemianbelle1800.blogspot.com.br/2012/09/regency-short-stays.html
http://www.jennylafleur.com/study/runners.htm

Silhueta e modelagem:
http://americanduchess.blogspot.com.br/2013/04/finished-project-regency-half-stays.html
http://oregonregency.blogspot.com.br/2011/10/achieving-proper-fit-with-regency-stays.html
http://www.19thus.com/WomensClothing/OHS_Corset_c_1800_H57077.html
http://www.19thus.com/WomensClothing/MHS_WomansCorset11563.html
http://biancavonbavensen.blogspot.com.br/2014/03/how-to-draft-regency-short-stays.html

Terminologia:
http://wearinghistoryblog.com/2014/01/research-musings-regency-era-short-stays-vs-long-stays/
http://kleidungum1800.blogspot.com.br/2013/02/half-stays-la-paresseuse.html

Sobre o desafio:




O desafio  foi criado pelo blog The Dramstress, mas a Pauline do Diários Anacrônicos está fazendo a versão brasileira com as traduções, no Desafio de Costura Histórica. Nesse desafio há um tema a cada quinzena e os participantes precisam criar uma peça dentro desse tema, incentivando a pesquisa e costura histórica. Para saber mais clique nos links relacionados.